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Independente da fase, a prevenção continua sendo a melhor forma de combater a doença oral

Infelizmente, a cárie pode ser a companheira da boca durante toda a vida. Isso porque ela sempre está associada a bactérias, ao açúcar e a má higienização.

Bebês

Foto: Roxana Bashyrova / Shutterstock

A partir do momento que o primeiro dentinho aparece, o bebê já pode ter cárie. Normalmente, isso acontece por volta dos seis meses, momento m que já é preciso levar o pequeno ao odontopediatra. Lá, o profissional vai fazer toda a parte preventiva, que consiste em aplicar flúor e orientação aos pais sobre escovação e limpeza.

É preciso higienizar a boca mesmo depois da mamada, pois as bactérias se alimentam dos restos de leite e produzem um ácido que atinge os dentes causando manchas e buracos. Para trata-las, tudo dependerá da profundidade da lesão. Segundo Natália, a odontologia moderna se vale do laser para a remoção de cárie, além de um produto na forma de gel, utilizado na odontopediatria, que é capaz de amolecer a parte infectada do dente, o que torna o tratamento menos traumático para a criança. “Quanto antes for diagnosticada a cárie, menos doloroso e mais rápido será o tratamento”, diz.

Crianças e adolescentes

Foto: anna karwowska / Shutterstock

Crianças adoram doces, adolescentes costumam tomar bebidas ácidas e serem mais rebeldes e em relação aos cuidados com a higiene. Fora os aparelhos ortodônticos que dificultam a limpeza da boca. Assim, a cárie é a principal doença oral que aparece nessa fase.
O ideal é a prevenção sempre, levar a criança ou o adolescente no mínimo de seis em seis meses ao dentista. Fazer limpeza e aplicação de flúor quando for necessário. “E, em relação às crianças, quando quiserem escovar os dentes sozinhas, devem ser supervisionadas por um adulto. E não há necessidade de cortar o doce, o interessante é diminuir a frequência em que ele é consumido”, afirma Natália.

Adultos

Foto: Nejron Photo / Shutterstock

A cárie desta fase pode ser diferente, pois em adultos, a lesão costuma acometer outras regiões do dente, como  a raiz. Isso ocorre devido ao processo de retração da gengiva, que sobe deixando a raiz exposta. “Como não tem o esmalte, estrutura mais externa e dura do dente, para protegê-la, vira um alvo fácil para as bactérias”, explica a dentista.

Na fase adulta o tratamento pode ser mais invasivos, dependendo da profundidade da lesão. Pode haver necessidade de um tratamento endodôntico, mais conhecido como tratamento de canal. “Mas só para ficar claro, o tratamento de canal não é exclusivo para adultos, crianças também podem precisar se a lesão for muito profunda”.

Idosos

Foto: Robert Kneschke / Shutterstock

As lesões de cáries em idosos também estão associadas a doenças que acometem a gengiva, como a gengivite e a periodontite. “Nos idosos, as lesões de cáries não são tão comuns, mas quando há, prevalecem mais nas raízes dos dentes devido a retração, medicamentos e, às vezes, as próteses podem causar desgastes nos dentes”, diz Natália.

Para prevenir, os idosos precisam ir com mais frequência ao dentista, além de usar outras ferramentas de higiene, como escovas elétricas para auxiliar e complementar a higiene bucal, uma vez que a coordenação motora pode começar a ficar comprometida.